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Alimente seu cérebro com livros que transformam

Autor: Márcio Montesani

Quando mergulhamos na leitura de livros que vão além de boas estórias, ou seja, nos fazem refletir e agir, estamos diante de uma ferramenta real de transformação.

Como dizem: teu copo precisa estar vazio para que possa encher de coisas novas e boas. Se você for uma pessoa resistente, cheio de pré conceitos, e com a arrogância de que acha que sabe tudo, certamente teu copo estará cheio e não haverá espaço para enchê-lo de novos pensamentos.

Seguem livros que certamente vão te fazer refletir e seguir em direção a patamares muito mais elevados.

1. Picos e vales (Spencer Johnson)

Picos e Vales não é apenas uma história de um jovem subindo montanhas e atravessando vales, mas uma mensagem de esperança para aqueles que se deixam limitar pelos momentos difíceis, aquelas passagens pelo vale que às vezes criam barreiras que impedem de chegar ao alto da montanha.

2. O Milagre da Manhã (Hal Elrod)

O autor, Hal Elrod, defende que a única forma de você conquistar tudo que deseja na vida, inclusive profissional, é se tornando a pessoa que você precisa ser. Por isso, ele indica acordar todos os dias mais cedo para dedicar um tempo ao seu desenvolvimento pessoal.

3. Essencialismo (Greg McKeown)

Greg McKeown, o autor inglês que defende que se concentrar apenas no essencial é a chave para obter os melhores resultados no trabalho

4. O cavaleiro preso na armadura (Robert Fisher)

O cavaleiro preso na armadura é a fábula de um destemido cavaleiro, ávido pelas batalhas, que queria sempre ser bondoso, gentil e amoroso. Porém, ao tentar retirar a armadura, o cavaleiro descobre que ela está presa ao corpo, e nem o ferreiro mais experiente do reino foi capaz de retirá-la.

5. Produtividade para quem quer tempo (Geronimo Theml)

Trata de uma das obras mais completas sobre produtividade, porque ele não trata apenas de técnicas e dicas. O capítulo 4 apresenta a grande mentira da produtividade: a ideia de que devemos separar nossa vida pessoal da profissional.

6. O homem mais rico da Babilônia (George S. Clason)

A sabedoria transmitida pela obra é baseada nas práticas de sucesso dos antigos babilônicos, que embora sejam de uma época distante ainda são bastante úteis nos dias atuais, já que as leis que regiam o dinheiro há 6 mil anos seguem as mesmas, segundo o autor George S. Clason.

7. O Poder da Ação (Paulo Vieira)

Paulo Vieira, no livro O Poder da Ação, tem uma proposta ousada para que você consiga quebrar o ciclo vicioso para iniciar um caminho de realização estimulando a sua capacidade de agir, através de uma nova metodologia.

8. Os segredos da mente milionária (T. Harv Eker)

Não importa o grau de educação, inteligência ou talento de uma pessoa, os resultados financeiros estão relacionados ao modelo pessoal de dinheiro que cada um tem gravado no seu subconsciente.

9. O poder da autorresponsabilidade (Paulo Vieira)

Durante o livro, o autor nos mostra como somos responsáveis por tudo que acontece em nossas vidas.

Como, de alguma forma, por ação ou omissão, somos os timoneiros do nosso barco.

E aí o autor mostra que, para conseguir mudanças significativas quando seus resultados não são bons, você deve treinar sua mente.

Alterar seu mindset para enxergar as oportunidades que cruzam a frente de nós todos os dias.

10. Mindet – A nova psicologia do sucesso (Carol S. Dweck)

Explica que o sucesso em diferentes áreas da vida não se deve somente a um talento ou habilidade especial. Mas sim, e principalmente, ele é resultado da maneira como encaramos a vida, que é o que se chama de mindset – a atitude ou configuração mental.

Caso você seja um leitor habitual seguem fantásticas dicas, caso não tenha lido alguns deles ou todos.

Caso não tenha o hábito de ler, sugiro começar com esta sequência sugestivas de livros, experimente comprar o primeiro da lista, Picos e Vales, pois é um livro bem fininho e de leitura simples, tenho certeza de que vai curtir e despertar o interesse por leituras que vai te tirar desta zona de conforto e te levar para um próximo nível.

Comece com a leitura de somente 5 páginas por dias, pois em 30 dias possivelmente terá terminado um livro.

Viu como é simples.

Desafio dado.

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Como produzir provas em acidentes de trânsito

Autor: Márcio Montesani

O acidente de trânsito independente dos envolvidos, seja ele o culpado ou mesmo a vítima, certamente é um momento de transtorno para todos, pois além do prejuízo material, a perda de tempo direta, ou seja, no desembaraço normal no local do acidente, ou mesmo a perda de tempo indireta decorrente de reparos no veículo, trâmites legais para ressarcimento do causador ou mesmo do seguro e quando não temos problemas mais sérios decorrentes de lesões ou mesmo fatalidades.

No entanto justamente por esta série de transtornos os envolvidos esquecem de produzir provas para amparar sua defesa, ou mesmo a busca pelo ressarcimento dos prejuízos. Vale ressaltar que acidentes de trânsito sem vítimas, na maioria dos estados, não existe nenhuma autoridade de trânsito que esteja no local para que relate e aponte as informações num Boletim de Ocorrências. Alguns poucos estados contam com a perícia desenvolvida pelo DETRAN nestes casos. Quando existem vítimas lesionadas ou mesmo fatais espera-se a ida dos peritos criminais, no entanto em face da demora o local acaba por ser prejudicado e assim atrapalhando e muito o estudo do acidente e por consequência a identificação de responsabilidades.

Nos dias atuais e com a tecnologia a nosso favor temos que aproveitar os recursos que dispomos para produzir provas no local do acidente. O celular é uma ferramenta importantíssima para isso, pois muitos deles além de filmar possuem câmeras fotográficas de alta resolução e com isso o material probatório ganha qualidade e poder de persuasão quando da decisão judicial nestes casos.

Em casos de acidentes o importante é lembrar-se de produzir elementos importantes para que sirvam de provas para ações judiciais em caso da decisão tome este caminho. Ainda mais empresas de grande porte, pois acabarão tendo que provar em função da inversão do ônus da prova e em alguns casos a hipossuficiência da outra parte.

Diante disso e somado a experiência de muitos atendimentos periciais siga os 10 passos da produção de provas:

  1. Busque por testemunhas que realmente viram o acidente e que queiram passar seu nome e telefone para serem chamados num futuro para testemunhar o que realmente viram.
  2. Tire fotos panorâmicas, ou seja, em que num mesmo ângulo apareçam os veículos envolvidos na posição final de repouso.
  3. Tire fotos do sítio de colisão, ou seja, o local do impacto e que em muitos casos é composto pela presença de fragmentos de vidros e plásticos (faróis e lanternas), poças de água.
  4. Fotos das marcas de frenagem, arraste de partes metálicas no asfalto e outros vestígios produzidos pelo acidente.
  5. Fotos das regiões danificadas dos veículos envolvidos. Como padrão tira-se fotos dos quatro setores angulares, ou seja, em cada canto do veículo tirar uma foto à 45º e assim teremos todos os lados do veículo.
  6. Fotos dos veículos no qual apareçam suas placas
  7. Fotos da sinalização horizontal e vertical, faixas
  8. Fotos da via avaliando sua característica (aclive ou declive), presença de deformações, buracos ou mesmo trecho em obras.
  9. Fotos da via avaliando sua geometria (trecho em curva ou reta).
  10. Fotos relevantes indicando fatores referentes às vítimas, ou seja, sem cinto de segurança e foram lançadas para fora o veículo ou mesmo sua projeção na direção do para-brisa. Vítimas que não estavam usando os cintos de segurança ou mesmo cadeirinha.

Estas dicas são simplesmente técnicas de levantamento de vestígios em local de acidente e com isso os envolvidos certamente terão elementos de prova em caso do acidente chegar numa esfera judicial. Vale ressaltar que estas provas terão um caráter PARCIAL, pois foram produzidas por uma das partes envolvidas, no entanto em muitos casos certamente serão os únicos elementos visuais (fotos) que serão apreciadas para a formação de convicção do juízo.

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Você já dirigiu com vendas nos olhos? Tenho certeza que sim!!!

Autor: Márcio Montesani

Esta pergunta intriga caro leitor, mas tenho certeza que sua resposta seria não, ou mesmo me retornaria com uma pergunta do tipo: você está louco?

Este artigo é justamente para apontar grandes distrações que temos no interior de um veículo quando da sua condução. Podemos citar algumas delas:

  1. Quantos condutores que falam no celular quando dirigem, ou mesmo digitam números nele, ou mesmo tentam ler mensagens?
  2. Quantos tentam buscar por algum objeto no porta-luvas, ou mesmo no banco de trás do veículo?
  3. Quantos tentar escolher um CD antes de trocar o que está dentro do aparelho?
  4. Quantos ficam compenetrados quando tentam acender um cigarro?
  5. Quantos ficam observando pessoas passando no outro veículo ou mesmo na calçada?

Estas são algumas das distrações que fatalmente observamos pessoas fazerem ou mesmo nos identificamos com várias delas. Alguns estudos internacionais mostram que um condutor em boas condições físicas e psíquicas tem um tempo de reação que varia de ¾ de segundo a 1,5 segundos.

Imaginemos um veículo trafegando a 72 km/h e que significa estar a 20 m/s (km/h para m/s divide-se por 3,6); se surgir uma situação inesperada como um pedestre atravessando a rua o seu tempo médio de reação seria de 1 segundo. Isso significa que estando trafegando a 72 km/h (20 m/s) seu veículo a cada segundo percorreria 20 metros e, portanto, neste tempo de reação visando não atingir este pedestre, ele reagiria freando. Com este tempo médio de reação de 1 segundo o veículo percorreria 20 metros sem ao menos iniciar a frenagem. Isso somente seria a distância percorrida em função do tempo de reação visando evitar este atropelamento.

Consegue imaginar o que seria você percorrer 20 metros até iniciar a frenagem? Significa quase 4 veículos pequenos de distância. Se esta pessoa estivesse a 20 metros de seu veículo certamente você não teria tempo hábil para evitar este acidente estando a 72 km/h.

Use este exemplo para as distrações apontadas anteriormente e que certamente você em algum momento realizou, no entanto estas distrações levam de 2 a 3 segundos e estando a 72 km/h (20 m/s) você teria de 40 a 60 metros como distância de reação e lembrando ainda que após este espaço o veículo iniciaria o processo de frenagem, ou seja, estaria percorrendo um longo trecho da via sem estar com seus olhos atentos a ela e qualquer elemento que surgisse neste espaço certamente colocaria o condutor numa elevada condição de risco.

Após estas informações você agora é capaz de responder à pergunta:

“Você já dirigiu com vendas nos olhos?”